era uma vez um falso monge franciscano que roubou um fio do cabelo do diabo. depois de lapidar a peça com as parcas gregas, entendedoras de desgraçar a vida alheia ao bem-lhe-quer do capeta, ele veio me vender a peça, como se ela fosse nova. eu lhe disse que com isso eu não bordava nem um pano de bunda que servisse pra suster minha vida. ainda mais esse, que já andou todo enrolado em meu cordão de prata.  

foi mal o non-sense, é um mito esquizofrênico sobre minha existência.